REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES.
”PÁTRIA MADRASTA VIL"
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez… Contraditórios??
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Rio Pardo-SP aprovou esta semana uma lei que dificulta a instalação de usinas hidroelétricas no Rio Pardo, - rio localizado na bacia hidrográfica do Médio Paranapanema, na divisa com o Norte do Paraná - um dos poucos ainda despoluídos e sem interferências em seu curso de todo o Estado de São Paulo. Mas um longo caminho precisa ainda ser trilhado.
(A foto ao lado é do Clube Náutico, às margens do Rio Pardo, nos anos 40)
“O homem chega já desfaz a natureza, tira gente põe represa diz que tudo vai mudar.”
A emblemática música “Sobradinho”, de Sá e Guarabira, ilustra a situação atual vivida por nossa região do Rio Pardo, rio localizado na bacia hidrográfica do Médio Paranapanema, na divisa com o Norte do Paraná. O tema das hidrelétricas com certeza vai se estender por muito tempo. E quanto mais ele se estende, enchentes de questionamentos vão surgindo.
No meu último texto compartilhei com os leitores um projeto de futuro para Santa Cruz do Rio Pardo no texto “Feliz 2050”. Um amigo me reclamou dizendo que teria pouca probabilidade de estar vivo para presenciar aquelas modificações na cidade, pois está hoje com mais de 50 anos. Outro reclamou dizendo que esperar 40 anos é muito tempo e que queria ver aquela realidade concluída em um tempo menor. Pois bem. Um texto do jornal O Estado de São Paulo de 10/01/2009, “Mais que perfeito”, dizia que em questões tecnológicas, nem os filmes futuristas de Hollywood conseguem imaginar como serão as coisas em um tempo bem à sua frente.
Santa-cruzenses, feliz 2050. Chegamos ao meio do século XXI. Foi um século muito produtivo para este município, que atinge 174 anos de existência. As conquistas nesta metade de século não foram poucas para nós. E também acompanhamos o crescimento do Brasil que hoje figura como a terceira economia do mundo. As gerações de hoje não calculam o tanto que foi necessário mudar os caminhos da história social e política do município, para chegarmos a ter quase 200 mil habitantes e uma economia crescente e forte como agora. Não foram pequenos os percalços, as brigas e os conflitos para vencer aqueles que queriam que a cidade ficasse estacionada no tempo, e fizessem de tudo para que voltássemos a ter o espaço no cenário político nacional como existia na metade do século passado.
Lamentável a afirmação do Secretário de Desenvolvimento de Santa Cruz do Rio Pardo.
Em entrevista à Rádio Difusora, no jornal das 11:30, no dia 04/12/2009, o Secretário de Desenvolvimento Celso Localli, disse que não apóia a tentativa do Ministério Público de Santa Cruz de barrar a abertura dos dois pedágios no município de Santa Cruz. O Secretário salientou a importância do pedágio para as receitas municipais, que será muito bom para o município.
Assim, ficamos pagando pedágios e o Executivo não irá agir em defesa dos cidadãos e das empresas. O governo está contente com os recursos que virão com o ISS do pedágio. Em torno de R$ 200.000,00 por mês.
Pouco importa o bolso das empresas e dos cidadãos. As empresas de Santa Cruz que precisam enviar suas mercadorias para serem despachadas pelos ônibus em Ourinhos ou Bauru terão seus frete aumentados. As mercadorias que entrarem no município serão majoradas. Os cidadãos que forem estudar em Ourinhos, Jacarezinho ou Bauru, os que forem trabalhar em Ourinhos, Bauru e Espírito Santo e os que necessitam viajar frequentemente para fora por motivos de saúde ou trabalhos, terão suas despesas aumentadas.
E o governo não está a fim de mover uma palha para brigar com o Governo do Estado, que é do mesmo partido. Isso é que é interesse por parte do Governo Municipal para com os munícipes.
Só interessa a parte do Executivo, o aumento do ISS. Quanto às mercadorias que saem do município, e que geram ICMS e IPI (o primeiro sendo a maior fonte de receitas de Santa Cruz), tudo calado. Mas nossos produtos terão seus custos aumentados, prejudicando a competividade fora do município.
Isso é a visão de desenvolvimento atual em Santa Cruz. Será que R$ 200.000,00 ao mês paga tudo isso?
Mas o Governo Municipal poderia nos impressionar criando o “Bolsa-Pedágio”. Com o cupom do pedágio na mão, o cidadão vai ao caixa da Prefeitura e é restituído de seu gasto.
Aí sim, seremos pegos de surpresa.
Mas um outro cenário mais negro pode ser desenhado. Se a pequena distância dos pedágios dentro do município, em torno de 20 km, tiver o efeito de espantar os veículos que vão da Castelo à Raposo, passando pela Cabral Rennó e pela Orlando Quagliato. Aí não teremos a tão propalada arrecadação, mas teremos de pagar para sair da cidade.
Isso, pela falta de apoio e planejamento, não será uma surpresa.
Comunicamos que foi fundada em Santa Cruz do Rio Pardo a “Associação de Apoio ao Desenvolvimento de Santa Cruz do Rio Pardo”, cuja sigla é APODESC. A APODESC é uma associação civil sem fins lucrativos, apartidária, com duração indeterminada, autonomia administrativa e financeira, com sede e domicílio jurídico na avenida Dr. Cyro de Melo Camarinha, 413, centro, próximo ao Laboratório Labersan. Sua diretoria executiva é formada por: Presidente Mauricio Rodrigues de Araujo; vice-presidente Marcos Santos Blumer; 1º secretário Patrick Harada; 2º secretário Thiago dos Santos Cassiolato e tesoureiro Wellington da Silva Rehder. O Conselho Fiscal é composto por: André Geraldo Pilati; Murilo Costa Sala e Pedro Catalano Neto. Conforme o estatuto da APODESC, sua finalidade é a elaboração de estudos, planos, projetos e a coordenação e implementação de atividades e ações, em âmbito local, municipal e regional, que estimulem: I - o desenvolvimento urbano, social e econômico; II - o comportamento ético da sociedade; e III - o acesso e o exercício da cidadania. Sendo que todo e qualquer estudo e/ou atividade desenvolvido pelo APODESC deve ter pelo menos um dos objetivos seguintes descritos:
Uma rodoviária é um dos fatores de desenvolvimento quando bem planejado. A 40 anos atrás a Rodoviária de Santa Cruz ocupou um prédio da Marechal Bitencourt, de alguns metros quadrados, onde hoje é a Imobiliária Escol, em frente à loja da Só Freios. Esteve ali por um tempo até que fosse construída a rodoviária que conhecemos hoje. O Prefeito à época era Carlos Queiróz, que prometeu ao vizinho, meu pai, que até antes do fim de seu mandato a rodoviária sairia dali, dito e feito.
Em portaria o governo Lula irá aumentar o índice de produtividade das propriedades rurais. Os índices servem para qualificar as propriedade como produtivas ou não produtivas. Com essa atitude o governo Lula exigirá que os agricultores aumentem seus níveis de produção, caso contrário as propriedades serão enquadradas como passíveis de desapropriação e constituirão terras disponíveis para a Reforma Agrária.O impressionante dessa atitude é que o ato foi realizado frente a uma pressão do MST. O MST é um movimento que não existe legalmente, mas tem grande tráfego e poder no governo federal.
Trago aqui um capítulo do livro “A República”, da série “Folha Explica”, do jornal Folha de São Paulo. O livro é de autoria do filósofo Renato Janine Ribeiro e este capítulo foi disponibilizado no site da Folha de São Paulo.
O livro contrapõe os ideais republicanos originais a seus "inimigos" --a monarquia, a corrupção e o patrimonialismo-- e questiona qual república é possível hoje.
No capítulo "O Inimigo da República (2): a Corrupção", que está abaixo, na íntegra, Renato Janine demonstra que a "corrupção" não é apenas o desvio do dinheiro público para fins particulares --essa definição simplifica demais o tema.
(Este texto foi traduzido pelo Google, com algumas arrumações minhas.)
Do Brasil escândalo-flagelaram Senado
Casa dos horrores
Jul 9th 2009 | SÃO PAULO 9 jul 2009 | SÃO PAULO From The Economist print editionFrom The Economist edição impressa
O que os deputados britânicos podem aprender com os senadores brasileiros
O presidente do Senado do Brasil reúne-se em uma cadeira de couro fino azul projetado por Oscar Niemeyer, um célebre arquiteto brasileiro.Confortável, pode ser, mas seus ocupantes sentem que seja um um poleiro inseguro.Três presidentes do Senado foram suspensos ou se demitiram por causa de escândalos nos últimos oito anos.Now a fourth, José Sarney, a former president of Brazil and part-time novelist, is teetering. Agora o quarto, José Sarney, um ex-presidente do Brasil e um romancista nas horas vagas, é vacilante.
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!" Martin Luther King